O dilema da contratação de TI
Contratar profissionais de TI no Brasil nunca foi tão desafiador. Com o déficit de mais de 500 mil profissionais estimado para 2026, empresas precisam de alternativas inteligentes para acessar talentos tecnológicos.
Dois modelos dominam o mercado: Body Shop (alocação individual de profissionais) e Squad as a Service (times completos e autogerenciados). Cada um tem vantagens e desvantagens que precisam ser avaliadas com cuidado.
Body Shop: o modelo tradicional
No modelo body shop, a empresa contratante recebe profissionais individuais que se integram à equipe interna. A gestão, metodologia e ferramentas são da empresa contratante.
Vantagens: flexibilidade para escalar, controle direto sobre o profissional, integração com a cultura da empresa. Desvantagens: overhead de gestão, risco de turnover, necessidade de liderança técnica interna.
Squad as a Service: o modelo moderno
No modelo de Squad, a empresa contrata um time completo (tech lead, desenvolvedores, QA, UX) que opera como uma unidade autônoma. O squad tem metodologia própria, ferramentas e gestão interna.
Vantagens: entrega ponta a ponta, menor overhead de gestão, expertise concentrada, velocidade de onboarding. Desvantagens: menor controle operacional, dependência do fornecedor, custo inicial mais alto.
Qual modelo escolher?
A resposta depende da maturidade da sua operação de TI. Empresas com liderança técnica forte e processos estabelecidos se beneficiam mais do body shop. Empresas que precisam de resultado rápido sem aumentar a complexidade operacional devem optar por squads.
O modelo Nobug
Na Nobug, oferecemos ambos os modelos com uma diferença: independente do formato, garantimos profissionais seniores, gestão de qualidade e compromisso com SLAs. Nosso modelo de Squad inclui discovery, execução ágil e acompanhamento de métricas de resultado.


