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    Green IT e sustentabilidade em data centers: o que muda em 2026
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    Green IT e sustentabilidade em data centers: o que muda em 2026

    Equipe Nobug08 Mai 202610 min de leitura

    Por que agora

    Data centers já consomem ~2% da eletricidade global e a IA generativa aumentou a demanda em 30% só em 2025 (IEA). Combinado à CSRD na Europa, SEC climate rules e à Resolução CVM 193 no Brasil, sustentabilidade virou requisito de relatório, não opção.

    Métricas-chave

    • PUE (Power Usage Effectiveness): energia total ÷ energia de TI. Hyperscalers atingem 1.1; o brasileiro médio ainda está em 1.6.
    • CUE (Carbon Usage Effectiveness): kgCO2e por kWh de TI.
    • WUE (Water Usage Effectiveness): litros por kWh.
    • Carbono por workload/transação: o que conecta sustentabilidade ao produto.

    Alavancas reais

    1. Right-sizing e scheduling carbon-aware: rodar batch quando a matriz energética está mais limpa (AWS, Azure e GCP já expõem APIs).

    2. Migração para regiões verdes: norte da Suécia, Quebec, regiões hidrelétricas brasileiras.

    3. Modernização de cargas: serverless + ARM/Graviton chega a 40% menos consumo.

    4. FinOps = GreenOps: cada R$ economizado em cloud também reduz pegada.

    5. Refrigeração líquida para racks de IA (>20kW).

    Reporting

    AWS Customer Carbon Footprint Tool, Azure Emissions Impact Dashboard e Google Carbon Footprint entregam dados base. Para CSRD/ISSB, é preciso consolidar com escopo 1, 2 e 3 da operação.

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